NOVO DIA DAS REUNIÕES

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Reuniões APG-USP-RP - Segunda-Feira - 13:00 as 14:00 h
Sede da APG-USP-RP


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Inscrições Moradia Pós USP-RP

MORADIA PARA ALUNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO


Inscrições para o processo seletivo no período de 23 de julho a 10 de agosto de 2012 no site
www.ccrp.usp.br/sas


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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Prefeitura do Campus USP de Ribeirão Preto
Seção de Atendimento Social

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

USP é universidade que mais forma doutores no mundo (Blog ANPG)

A Universidade de São Paulo (USP) é a universidade que mais forma doutores mundialmente. A constatação é do Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, que aponta a universidade paulista como a primeira colocada em número de doutorados defendidos entre 682 instituições globais.
O ranking também indica a USP como a terceira colocada em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, além de a quinta em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo, e a 21ª em porcentagem de professores com doutorado em um universo de 286 universidades.
Na avaliação de Vahan Agopyan, pró-reitor de Pós-Graduação da USP e membro do Conselho Superior da FAPESP, a liderança mundial na formação de doutores, apontada pelo levantamento global, deve-se à tradição da pós-graduação da USP no Brasil.
Em 1965, quando foram definidas as novas diretrizes da pós-graduação no país, baseadas no trabalho de Newton Sucupira (1920-2007) – responsável pela criação do Conselho Federal de Educação, atualmente Conselho Nacional de Educação – a USP já possuía um número muito expressivo de docentes com doutorado, e se destacou como a universidade que viria a suprir a demanda do país por mestres e doutores.
“Nas décadas de 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram realizados na USP, e hoje mais de 20% dos pós-graduandos no país também obtém o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”, disse Agopyan à Agência FAPESP.
Nos últimos dez anos tem diminuído o número de mestrandos e de doutorandos na USP. Em 2011, pela primeira vez o número de doutorandos na universidade, que celebrou em agosto a concessão de 100 mil títulos de pós-graduação, foi maior que o de mestrandos.
“É um reflexo do aumento no número de programas de mestrado oferecidos em todo o país. Em função disso, os pós-graduandos estão preferindo realizar mestrado em sua própria região e procuram a USP para fazer doutorado ou alguma outra atividade mais especial”, avaliou Agopyan.
Por outro lado, o número de estudantes de pós-graduação da USP tem se mantido estável nos últimos anos. Atualmente, a universidade conta com cerca de 23 mil alunos de pós-graduação stricto-sensu e titulou 2.192 doutores e 3.376 mestres em 2011 – números que oscilaram pouco nos últimos 15 anos.
“Nós já somos grandes e estamos trabalhando no máximo da nossa capacidade há vários anos. Cada um dos nossos docentes tem, em média, mais de cinco orientandos, que é um número elevadíssimo”, afirmou Agopyan.
Segundo o pró-reitor, esse fenômeno também é comum às principais universidades no mundo, como as norte-americanas, europeias e chinesas listadas no ranking, cujo número de pós-graduandos também está bastante estável e seus programas de pós-graduação operam no limite de suas capacidades.
Um dos fatores atribuídos por Agopyan para a USP continuar liderando a formação de doutores é a atuação da universidade em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. “Somos uma instituição pluridisciplinar”, destacou.
Na avaliação de Agopyan, o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação. “Não queremos apenas quantidade, mas sim qualidade”, afirmou.
A FAPESP desembolsou R$ 277,3 milhões em 2010 com Bolsas no país, dentro de seu Programa de Bolsas. Desse total, por vínculo institucional do pesquisador responsável pelo projeto ou do bolsista, a USP recebeu R$ 132,7 milhões (ou 47,87%).  Em 2010, a FAPESP concedeu 1.362 bolsas de Doutorado e Doutorado Direto.

Destaques das universidades paulistas
Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como a 38ª colocada em número de doutorados defendidos, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.
Por sua vez, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) obteve a 55ª posição em doutorados concedidos, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.
Um outro ranking divulgado em janeiro, o Web of the World Universities, conhecido como Webometrics, que mede a visibilidade das universidades nos principais mecanismos de busca da internet, apontou a USP como a 20ª colocada e a primeira da América Latina, seguida na região pela Universidade Nacional Autônoma do México, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Unesp. A Unicamp obteve a 9ª colocação entre as universidades latino-americanas.
Outras universidades brasileiras que figuram entre as dez mais bem colocadas no ranking latino americano são a Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal do Paraná.

Fonte: Agência FAPESP

Retirado de: http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1096&tipo=1

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

'Falta o protagonismo das empresas' - Academia Brasileira de Ciências

'Falta o protagonismo das empresas'

6/01/2012
O último dia da sexta edição do evento "Avanços e Perspectivas da Ciência na América Latina, Brasil e Caribe" contou com a presença da assessora da presidência da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Eliane Bahruth, que fez uma palestra sobre o órgão e a situação atual da ciência brasileira. Primeiramente, ela apresentou a missão da Finep: promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à ciência, tecnologia e inovação (CT&I). "Nós atuamos em conjunto com as empresas, universidades, instituições científicas e tecnológicas (ICT's) e outras instituições públicas ou privadas", informou Bahruth. "Buscamos transformar o Brasil por meio da inovação".
Em seguida, a palestrante deu ênfase ao fato de que o Brasil encontra-se, atualmente, em 13º lugar no ranking mundial da produção científica, mas está em 47º no ranking global de inovação. Sua posição equipara-se mais ou menos às dos demais países dos BRIC's, enquanto Suíça, Suécia e Singapura estão nos três primeiros lugares. "Isso revela que a nossa ciência ainda não está gerando inovação." Bahruth alegou que falta o protagonismo da indústria, uma vez que há muito investimento público nesse setor. "Só no Brasil, Turquia, Polônia e Eslováquia é que os governos investem mais do que as empresas em inovação". Ela comentou, no entanto, que o governo tem a meta de expandir o investimento empresarial em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de 0,37% do PIB para 0,9%, até 2014.
Conforme informações da Pintec (Pesquisa de Inovação Tecnológica do IBGE) publicadas em 2010, os principais obstáculos para um desenvolvimento pleno da inovação no Brasil são os seus elevados custos, os riscos econômicos excessivos e a falta de pessoal qualificado. Outros fatores também foram considerados relevantes pelas empresas, como a escassez de fontes de financiamento e a rigidez organizacional. Bahruth constatou também que, apesar de o número de mestres e doutores ter aumentado significativamente nos últimos anos, eles estão muito mais vinculados à academia do que ao setor empresarial, diferentemente dos países que têm um alto índice de inovação: "Os pesquisadores estão predominantemente alocados no ensino superior".
Frente a essa questão, o governo já vem tomando algumas decisões. A representante da Finep citou o Plano Brasil Maior 2011-2014, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), que prevê uma série de medidas de estímulo à competitividade por meio da inovação. Algumas delas são a desoneração dos investimentos e das exportações, ampliando e simplificando o financiamento aos mesmos; o aumento de recursos para inovação e o aperfeiçoamento de seu marco regulatório; o estímulo ao crescimento de pequenos e micronegócios; o fortalecimento da defesa comercial, entre outras.
Além disso, a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 20111-2014 (ENCTI), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) prevê que a promoção da inovação, a formação de recursos humanos e o investimento em pesquisa e infraestrutura científica e tecnológica são eixos centrais do desenvolvimento sustentável. Entre suas metas estão a elevação do dispêndio nacional em P&D de 1,2% do PIB (dado de 2010) para 1,8%, o aumento da taxa de inovação de 38,6% (dado de 2008) para 48,6% e o aumento do número de empresas que fazem P&D contínuo de 3.425 (dado de 2008) para 5.000.
Nesse contexto, Bahruth explicou que a atuação da Finep engloba o fomento à pesquisa científica e tecnológica com foco em ICT's, a partir de recursos não reembolsáveis, e o fomento ao desenvolvimento tecnológico com foco em empresas, a partir de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis. A convidada informou que as Estratégias Operacionais da Finep para a atuação em 2012 preveem o investimento de 10 bilhões de reais em cinco anos em oito programas estratégicos: Petróleo & Gás, Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC's), Sustentabilidade, Energia, Desenvolvimento Social, Complexo da Saúde, Defesa e Aeroespacial e Descentralização da Finep com foco nas micro e pequenas empresas (MPE's). "O orçamento já foi submetido ao MCTI para aprovação", informou.
(Clarice Cudischevitch para NABC)
Retirado de http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=1785

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Alunos de mestrado e doutorado da região Norte e Centro-Oeste terão bolsas da Capes


Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes   
Terça, 14 de Julho de 2009 18:47
A partir de agosto estudantes de mestrado e doutorado matriculados, e os que ainda vão se matricular em março de 2010, nas regiões Norte e Centro-Oeste, excluindo o Distrito Federal, terão bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
O anúncio foi feito, nesta terça-feira, 14, pelo presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, em Manaus (AM), na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
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Presidente da Capes, Prof. Jorge Guimarães (dir.) e o presidente da SBPC, Prof. Marco Antonio Raupp
As bolsas vão atender aos estudantes que não possuem vínculo empregatício e que também não possuem bolsas tanto da Capes como do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Não serão, ainda, contemplados com essa medida os estudantes com bolsas de fundações de amparo à pesquisa e de empresas.
De acordo com Guimarães, dos 160 mil estudantes de pós-graduação no Brasil, um terço possui vínculo empregatício, um terço possui bolsa e um terço não possui nenhum apoio. No caso desse último grupo é que a Capes vai conceder bolsas, voltadas apenas aos estados da região Norte e do Centro-Oeste, que representam cerca de 5% desse total.
Essa ação busca contribuir para minimizar as diferenças regionais no que diz respeito a cursos de pós-graduação. Dados de 2009, apresentados pelo presidente da Capes, sobre a distribuição regional de cursos de pós-graduação no Brasil apontam que a região Sudeste possui de 50% a 59% dos cursos, enquanto que a região Norte possui de 3% a 5%. "Há realmente uma concentração. Por isso precisamos trabalhar com componentes indissociáveis, que são os discentes, os docentes e a Capes. Essa é a idéia do programa", afirma Guimarães.
Segundo o presidente, o objetivo é fixar nos estados dessas regiões mestres e doutores. "A chance de fixar jovens aqui é pouca. Para ter um projeto de formação de doutores que a região necessita, é necessário formar gente da terra", enfatizou. Guimarães também explicou que as bolsas são tanto para universidades públicas quanto para as privadas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Campanha de Bolsas: Semana de concentração na enxurrada de e-mails (ANPG)


Após o sucesso da “Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste das Bolsas Já!”, a campanha conitnua com novas ações. Com a justa pauta de reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado Capes e CNPq, congeladas há 3 anos, nesta semana (26 a 30) a campanha se concentrará na enxurrada de e-mails para autoridades com a pauta do reajuste. Segue abaixo um modelo de e-mail (fique à vontade para escrever o seu próprio texto) e os endereços de quem queremos pressionar. 
 
Leia também
 
Corte, cole e envie. Contribua com a campanha!
  
Linha de Assunto: Campanha pelo Reajuste de Bolsas Já!
 
Exmo.(a) Sr(a) Nome da autoridade
Cargo 
 
Escrevo para reivindicar o reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado no país, com valor congelado desde 2008. Apoio e faço parte da "Campanha Nacional pelo Reajuste de Bolsas Já!", organizada pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).
 
ASSINATURA
Atividade que exerce e/ou instituição em que faz pesquisa
 
Endereços de e-mail sugeridos:
 
Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff
Presidenta da República
ATENÇÃO! Não é possível enviar e-mail direto. É preciso acessar o formulário disponível neste link e colar lá a sua mensagem. 
 
Exmo. Sr. Aloizio Mercadante
Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
ministro@mct.gov.br
 
Exmo. Sr. Fernando Haddad
Ministro de Estado da Educação (MEC)
gabinetedoministro@mec.gov.br
 
Ilmo. Sr. Glaucius Oliva
Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
presidencia@cnpq.br
 
Ilmo. Sr. Jorge Guimarães
Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
pr@capes.gov.br
 
 
Participe!
 
Baixe materiais da Campanha de Bolsas 2011
Assine e divulgue o abaixo-assinado online pelo #reajustedebolsasja
Siga a ANPG no Twitter (@anpg) e no Facebook (Associação Nacional de Pós-Graduandos)
Repercuta as ações da campanha e dissemine informações sobre o reajuste. Utilize sempre a hashtag #reajustedebolsasja
Envolva todos os seus contatos na campanha
 
ANPG
http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1011&tipo=1
 

ANPG e APG UFSCar realizam seminário sobre meio-ambiente neste fim-de-semana (ANPG)


A ANPG e a APG da UFSCar realizarão o 1º Seminário de Meio Ambiente da ANPG, que ocorre neste fim-de-semana (22 e 23 de outubro), na Universidade Federal de São Carlos, Campus São Carlos. 



 

O objetivo do seminário é debater o papel da Ciência, representada pelos acadêmicos, no debate ambiental, assim como discutir a política ambiental brasileira.
O seminário foi programado para coincidir com os primeiros dias do Simpósio Internacional de Ecologia, na UFSCar, em comemoração aos 35 anos de pós-graduação em Ecologia. O I Simpósio Internacional de Ecologia é realizado pelos primeiros programas de pós-graduação da área  (Ufscar, UnB, UNICAMP e INPA) na semana de 23 a 26 de outubro na Ufscar , e que contará com a participação de pós-graduandos de diversos estados brasileiros da área de ecologia.
O seminário foi proposto pela APG-UFSCar durante o 38º CONAP (Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos), com o objetivo de iniciar a discussão entre os pós-graduandos, APGs e a diretoria da ANPG, sobre questões ambientais e política ambiental brasileira, como por exemplo a atual proposta de mudança do Código Florestal Brasileiro, PL 30/11, aprovado na Câmara dos Deputados e atualmente em tramitação no Senado.
Venha contribuir com essa discussão e se informar mais sobre os temas! Sua participação, pós-graduando, é muito importante!
Para se inscrever, por favor, confirme sua participação através do e-mail da APG UFSCar: apg.ufscar@gmail.com. A entrada é franca!
Programação:

SÁBADO, 22 de Outubro
A partir das 17:30: Atividade Cultural de Abertura
LOCAL: Area de Convivência Sul – Palquinho DCE-UFSCAR

DOMINGO, 23 de Outubro
Mesas:
08:30 a 10:45:  O Papel da pós-graduação nas Questões Ambientais
Debatedores: Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues
                          Thomas de Toledo - mestre em desenvolvimento econômico pela Unicamp
Mediadores: Prof. Bernardo Arantes do Nascimento Teixeira (pró-reitor), ANPG e APG-UFSCar
11:15 a 13:30: Política Ambiental Brasileira
Debatedores: Mayra Jankowsky -Diretora Municipal de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente de Cananéia e Vale do Ribeira
                         
14:30 a 15:30: Grupos de Discussão (GDs)

15:00 a 17:30: Mesa redonda (SIMPÓSIO) – Os 35 anos de trajetória dos programas de pós-graduação em Ecologia
Palestrantes:
Coordenadores dos programas de pós-graduação em Ecologia do INPA, da Unicamp, da UnB e da UFSCar.
17:30: Encerramento do Seminário
19:30-23:00: Coquetel de abertura – 35 anos da Pós-graduação em Ecologia

Da redação, com APG UFSCar
http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1018&tipo=1