Um pouco de História, opiniões, fatos e reflexões sobre a Pós-graduação a APG-USP-RP e os pós-graduandos. (clique aqui)
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NOVO DIA DAS REUNIÕES
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Reuniões APG-USP-RP - Segunda-Feira - 13:00 as 14:00 h
quarta-feira, 4 de março de 2015
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
BOLETIM ANPG - CRISE USP
Segunda-feira, 30 de junho de 2014 - 25ª Edição
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Debate na USP
discute crise orçamentária da universidade
Comunidade
uspiana realiza ato em frente à Assembleia Legislativa, na terça-feira (1º),
quando ocorre a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), para
pressionar por mais verbas
Após quase um mês de greve, deflagrada no dia 27 de maio, depois da notícia
do Conselho de Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp) de que não haveria
reajuste salarial este ano, a comunidade uspiana decidiu realizar um debate na
tarde de ontem (26) para discutir a situação orçamentária da USP e pensar
soluções para a crise que se instalou na Universidade.
Presidente
Dilma anuncia mais 100 mil bolsas para o Ciência sem Fronteiras
Lançado em 2011, o programa tinha meta a concessão de 101 mil bolsas –
75 mil bancadas pelo setor público e 26 mil pro empresas privadas
Em nova etapa, o Programa Ciência sem Fronteiras deve oferecer mais 100
mil bolsas em instituições de ensino estrangeiras, de 2015 a 2018, de acordo
com anúncio, nesta quarta-feira (25), da presidenta Dilma Rousseff. Esteve
presente durante o pronunciamento, a presidenta da ANPG, Tamara
Naiz.
Presidente Dilma sanciona Plano Nacional da Educação sem vetos
A presidente Dilma Rousseff sancionou o PNE (Plano Nacional de
Educação) na noite de ontem (25), segundo informações da assessoria de
imprensa da Presidência da República. Ainda de acordo com a assessoria, a
presidente não fez nenhum veto ao plano.
USP, UNESP e UNICAMP realizam ato unificando na Praça da Sé
A USP, UNESP e UNICAMP realizaram,
na quarta-feira (18), na praça da Sé, em São Paulo, ato unificado dos três
setores das três universidades (professores, funcionários e estudantes). No
ato, que contou com aula pública com o tema “Direito à Educação e à Saúde”,
estavam presentes o sociólogo Ricardo Antunes, professor da UNICAMP, e
dirigentes dos sindicatos dos técnico-administrativos e dos docentes das três
instituições, além dos DCEs (Diretórios Central dos Estudantes) da USP e
UNICAMP.
ANPG na luta pelo Fies para a pós-graduação
O governo federal vai anunciar no segundo semestre deste ano a
abertura de crédito educativo para 25 mil alunos de mestrado e doutorado em
faculdades particulares. O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) da
pós-graduação, projeto que ganhou força nos debates internos do Ministério da
Educação (MEC), dos quais a ANPGparticipou ativamente nos últimos
anos, é uma das apostas para ampliar o acesso, como ocorreu na graduação.
Artigo :: Produção de Conhecimento: Renúncias e Filiações
Por Hercília Melo do Nascimento
O desenvolvimento tecnológico, artístico e cultural como prerrogativas
importantes para a soberania de um país e emancipação humana, confere a necessidade
de reconhecer o protagonismo dos pesquisadores e de exigir responsabilidades
do Estado frente à ciência. A carta aberta à Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (Capes) em defesa da liberdade acadêmica e das
ciências humanas e sociais mobiliza reflexões acerca do processo de formação
do pesquisador, inclusive na pós-graduação e constituição de sujeitos no
processo de construção do conhecimento.
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
A ciência brasileira não é feita por cientistas, afirma professora da UFRJ
A ciência brasileira não é feita por cientistas, afirma professora da UFRJ
C&T Educação - BR
ESCRITO POR CAMILA COTTA
Para Suzana Herculano-Houzel, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Nos últimos anos, o Brasil vem acumulando bons resultados em rankings de produção científica. No último levantamento feito pela consultoria Thomson Reuter, entre 2007 e 2011, o País correspondeu a 2,6% da produção científica global. No entanto, esses artigos, que ultrapassam a barreira das 25 mil publicações por ano, não são feitos por cientista e sim por professores.
A avaliação foi feita pela neurocientista e professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Suzana Herculano-Houzel. Para ela, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil.
“Não posso dizer que neurocientista é minha profissão, porque a minha profissão de cientista não existe no Brasil. Não está na tabela das profissões regulamentadas pelo Ministério do Trabalho (MTE). Para poder atuar como cientista, eu atuo como professora de nível superior, eu literalmente faço ciência nas horas vagas”, expôs.
A professora explicou que a maior parte da ciência no Brasil por professores universitários ou por pessoas que não tem emprego nenhum, jovens cientistas chamados estudantes de pós-graduação. “A produção científica cresce ao longo dos anos por causa do número de mestres e doutores que são formados no Brasil. São esses jovens que produzem o conhecimento cientifico”, disse.
Para ela, o trabalho que os jovens exercem não é chamado de trabalho e sim estudo. “É como se eles investissem na educação deles. Outros países já não cometem mais esse erro. O erro é não reconhecer esse trabalho como qualquer outro”, lamentou. “É um esforço laboral que gera um produto científico. Por que o jovem cientista recém graduado precisa passar pela humilhação de continuar sendo estudante?”.
Baixa remuneração
Suzana Herculano-Houzel contou que durante uma graduação o jovem já faz ciência como aprendiz, ou seja, um estagiário durante a iniciação cientifica, ganhando uma bolsa que tem o valor menor que o salário mínimo muitas vezes. Para trabalhar com ciência, quando ele se forma tem que entrar para pós-graduação. “Isso significa se sujeitar a uma bolsa de mestrado de R$ 1,5 mil reais mensais fixos pelos próximos dois anos sem qualquer direito trabalhista ou qualquer outro trabalho para complementar a renda”, observou .
A professora criticou ainda a obrigatoriedade em assinar uma declaração de que não vínculo empregatício do pesquisador com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e/ou com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). “É preciso passar por mais uma humilhação: o atestado de pobreza. Enquanto isso seus colegas recém formados em engenharia e direito, por exemplo, já têm trabalho de verdade, ganhando de verdade”.
Para o jovem continuar trabalhando como cientista, ele precisa ingressar num programa de doutorado. “É a única atividade de emprego se ele quiser atuar como cientista. A bolsa também tem valor mensal de R$ 2,2 mil, sem nenhum vínculo empregatício e benefícios trabalhistas”, comentou.
Sugestões
De acordo com Suzana, é possível fazer contratações por fundações e institutos de ciências ligados as universidades, que poderiam receber dos governos os valores que hoje são pagos como bolsa, com contrato de trabalho e todos os direitos empregatícios. “Com a obrigatoriedade de contratação virá a possibilidade de salários com valores competitivos”, decsreveu.
Para ela, dessa forma, a ciência caminha e a sociedade cresce. “É fundamental para a soberania de uma população que ela valorize a produção de conhecimento cientifico. Isso começa por valorizar seus cientista. Fazer ciência no Brasil hoje, infelizmente, é uma péssima decisão profissional com pouquíssimas perspectivas”, finalizou.
link original: http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4363:a-ciencia-brasileira-nao-e-feita-por-cientistas-afirma-professora-da-ufrj
sábado, 31 de agosto de 2013
CARTA ABERTA AO FORTALECIMENTO DAS ATIVIDADES DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA JUNTO À PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIRA - I Congresso Nacional do Projeto Rondon

CARTA ABERTA AO FORTALECIMENTO DAS
ATIVIDADES DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA JUNTO À PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIRA
A Associação de Pós-graduandos da Universidade de São
Paulo do Campus de Ribeirão Preto (APG-USP-RP) vem desde 1976, refletindo e
construindo junto à formação de cientistas, professores universitário,
dirigentes de órgãos públicos e privados, durante seus anos de formação
universitária.
Esta nossa pequena contribuição para os rumos
democráticos e jubilosos de nosso país se faz em um processo de diálogo e
cooperação com as instituições que tradicionalmente tem em seus papéis uma vultosa
responsabilidade neste direcionamento, concomitante a sensibilidade em ouvir
aqueles que estão, em sua limitação, colocando proposições relevantes ao olhar
do outro lado da prática cotidiana.
Neste intuito, inicialmente, gostaríamos de
parabenizar a construção desta parceria de Universidades e Forças Armadas em
uma proposta de Extensão Universitária voltada para a educação e o
empreendedorismo social, superando a visão utilitarista e impositiva que muito
tempo vigorou nas universidades e no círculo da intelectualidade brasileira na
relação entre o saber sistematizado e o saber popular.
No mais pretendemos, brevemente, colocar algumas
reflexões e proposições para construir em conjunto um novo desafio junto a
estas práticas extensionistas de forma a ampliar seus êxitos já bem
estabelecidos.
Em termo de educação pós-graduanda as políticas de Cultura
e Extensão são demasiadamente desprezadas pela academia. Quando propomos a discussão
sobre as relevâncias sociais de um projeto ou mesmo o planejamento de
atividades de educação com a população, nos deparamos com um olhar de
estranheza dentro dos colegiados ou grupo de pesquisas.
Outra evidencia que nos traz esta necessidade de
fortalecer as atividades de extensão universitária junto à pós-graduação está
na ausência explícita de indicadores de Cultura e Extensão, ou o baixo peso
atribuído a estes, em avaliações institucionais oficiais.
Daí a imprescindibilidade de ampliarmos uma práxis
sólida entre educação-pesquisa-desenvolvimento social-justiça social, como já
vemos na graduação, ampliando e valorizando os projetos de Cultura e Extensão
que podem ter como exemplo concreto, e de sucesso, a fase atual do “Projeto
Rondon”.
Estes projetos, inegavelmente, apenas se consolidarão
e perpetuarão com a participação destes que serão futuros docentes
universitários, ou outras lideranças em suas áreas, que por sua experiência em Cultura
e Extensão durante a pós-graduação irão fomentar e participar ativamente destas
atividades no futuro.
Assim se dirigindo a nossa universidade, mas deixando
em aberto nossa colaboração com outras faculdades e universidades, as seguinte
propostas:
- Elaborar em conjunto e dar suporte a projetos
multidisciplinares em todos os campi, com a participação de um grupo formado
por docentes, funcionários, estudantes de graduação e pós-graduação, lideranças
comunitárias e movimentos sociais, para construirmos internamente e em nossos
próprios arredores uma nova proposição de formação de nossos estudantes, de
prática para nossos professores e de futuro para estas populações.
- Estabelecer um Programa de Aperfeiçoamento em Cultura
e Extensão (PACEx), similar ao Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE) já
implantado na USP, que consiste em um programa que ao mesmo tempo: valoriza as
atividades de Cultura e Extensão cadastradas junto a instituição que
solicitarem a participação de um ou mais pós-graduando; valoriza a inclusão das
atividades de Cultura e Extensão na formação universitária; e valoriza a
participação do estudante comprometido com esta área com uma bolsa.
Lembramos que na graduação da USP a monitoria
departamental, uma atividade que introduz o aluno no conhecimento da educação
universitária, possui no PAE um similar que trabalha como uma sistematização ao
início a docência universitária, assim, naturalmente, esperaríamos que o
projeto de “Aprender com Cultura e Extensão”, que introduz a prática aos
estudantes de graduação, tenham um similar no PAEX, que não existe hoje.
E se dirigindo aos responsáveis das Forças Armadas
pelo Projeto Rondon, colocamos as seguintes propostas:
- Ampliar as atividades e parcerias entre universidade
e Forças Armadas, para além do “Projeto Rondon”, ampliando o suporte logístico
a atividades de duração mais prolongadas que possibilitem a organização de
atividades de Cultura e Extensão de longo prazo dentro do currículo
universitário, possibilitando a construção pela universidade de estágios
disciplinares em novos cenários de prática e formação profissional. Estas
atividades possibilitam ao graduando e pós-graduando novas opções em sua vida profissional,
por uma área de atuação que atenda populações ou regiões, ou mesmo se
direcionar a carreira militar, que só terão contatos prévios com a existência
destas atividades.
- Incluir no quadro de rondonistas a participação dos
pós-graduandos como auxiliares de coordenação junto as operações do Projeto
Rondon ou projetos similares, lembrando:
da dificuldade de participação de mais de um docente pelo período das
atividades da operação; da capacidade de supervisão na área profissional
graduada deste profissional-estudante; e da necessidade de aproximar os
pós-graduandos para que se perpetue a construção destes e de demais projetos de
Cultura e Extensão pelos futuros docentes e apoiadores destas atividades.
Mais que propostas, estas são algumas das reflexões e
opiniões que esperamos discutir com maior profundidade neste I Congresso
Nacional do Projeto Rondon e em diálogos futuros tanto com a USP e demais
universidades, quanto com as Forças Armadas, e outros órgãos governamentais
envolvidos, mostrando que estamos atentos a necessidade de ampliação e
sistematização das atividades de Cultura e Extensão junto a Pós-graduação Strictu-Sensu brasileira e confiantes
que as instituições prestigiosas que também empunham a bandeira da Cultura e
Extensão nas Universidades, como a USP e demais universidades presentes neste
Congresso e as Forças Armadas do Brasil, possam ser receptivas ao nosso esforço
pequeno em termo da grandiosidade do tema, mas que se engrandece por estas entidades
identificarem nos pós-graduandos e nas instituições que os representam,
verdadeiros, parceiros.
Agradecemos a atenção e nos dispomos a colaborar
sempre neste sentido,
parabenizando a todos por mais esta vitória à Cultura
e Extensão Universitária Brasileira.
Associação dos Pós-graduandos da
Universidade de São Paulo do campus de Ribeirão Preto
entre seus diretores:
Claudimar Amaro de Andrade
Rodrigues
rondonista, Operação Vale do
Ribeira – 2006 (Eldorado-SP) e Operação Centenário da Comissão Rondon – 2007
(Vitória do Jari-AP)
Mariana Lopes Borges
rondonista, Operação Rei do Baiao – 2010
(Santa Maria da Boa Vista- PE)
Silvana Proenca Marchetti
rondonista, Operação Rei do Baiao – 2010 (Santa
Maria da Boa Vista- PE)
Ribeirão
Preto, 31 de agosto de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
Enquete sobre a Eleição/Nomeação da Diretoria FMRP-USP
Enquete sobre a Eleição/Nomeação da Diretoria FMRP-USP
A Associação de Pós-graduandos da Universidade de São Paulo do Campus de Ribeirão Preto gostaria de saber a sua opinião, assim como a opinião dos pós-graduandos e toda a comunidade, sobre este tema.
Solicitamos a todos que respondam as 2 questões do link e os dados de identificação (A enquete estará aberta até 1 de maio e o resultado será disponibilizado na semana posterior).
Aproveitamos para convidar a comunidade uspiana, sobretudo os pós-graduandos da FMRP, a conversar sobre o posicionamento dos Pós-graduandos da FMRP e do Câmpus quanto a polêmica em torno da nomeação do diretor da FMRP.
A reunião ocorrerá no dia 18/04/13, na sala 1E do bloco didático da FMRP (Prédio Amarelo de Anfiteatros), das 12:30 horas até as 14:00h, tendo está como pauta principal da reunião ordinária da APG-USP-RP.
Obrigado pela colaboração de todos,
APG-USP-RP
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