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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

'Falta o protagonismo das empresas' - Academia Brasileira de Ciências

'Falta o protagonismo das empresas'

6/01/2012
O último dia da sexta edição do evento "Avanços e Perspectivas da Ciência na América Latina, Brasil e Caribe" contou com a presença da assessora da presidência da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Eliane Bahruth, que fez uma palestra sobre o órgão e a situação atual da ciência brasileira. Primeiramente, ela apresentou a missão da Finep: promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à ciência, tecnologia e inovação (CT&I). "Nós atuamos em conjunto com as empresas, universidades, instituições científicas e tecnológicas (ICT's) e outras instituições públicas ou privadas", informou Bahruth. "Buscamos transformar o Brasil por meio da inovação".
Em seguida, a palestrante deu ênfase ao fato de que o Brasil encontra-se, atualmente, em 13º lugar no ranking mundial da produção científica, mas está em 47º no ranking global de inovação. Sua posição equipara-se mais ou menos às dos demais países dos BRIC's, enquanto Suíça, Suécia e Singapura estão nos três primeiros lugares. "Isso revela que a nossa ciência ainda não está gerando inovação." Bahruth alegou que falta o protagonismo da indústria, uma vez que há muito investimento público nesse setor. "Só no Brasil, Turquia, Polônia e Eslováquia é que os governos investem mais do que as empresas em inovação". Ela comentou, no entanto, que o governo tem a meta de expandir o investimento empresarial em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de 0,37% do PIB para 0,9%, até 2014.
Conforme informações da Pintec (Pesquisa de Inovação Tecnológica do IBGE) publicadas em 2010, os principais obstáculos para um desenvolvimento pleno da inovação no Brasil são os seus elevados custos, os riscos econômicos excessivos e a falta de pessoal qualificado. Outros fatores também foram considerados relevantes pelas empresas, como a escassez de fontes de financiamento e a rigidez organizacional. Bahruth constatou também que, apesar de o número de mestres e doutores ter aumentado significativamente nos últimos anos, eles estão muito mais vinculados à academia do que ao setor empresarial, diferentemente dos países que têm um alto índice de inovação: "Os pesquisadores estão predominantemente alocados no ensino superior".
Frente a essa questão, o governo já vem tomando algumas decisões. A representante da Finep citou o Plano Brasil Maior 2011-2014, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), que prevê uma série de medidas de estímulo à competitividade por meio da inovação. Algumas delas são a desoneração dos investimentos e das exportações, ampliando e simplificando o financiamento aos mesmos; o aumento de recursos para inovação e o aperfeiçoamento de seu marco regulatório; o estímulo ao crescimento de pequenos e micronegócios; o fortalecimento da defesa comercial, entre outras.
Além disso, a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 20111-2014 (ENCTI), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) prevê que a promoção da inovação, a formação de recursos humanos e o investimento em pesquisa e infraestrutura científica e tecnológica são eixos centrais do desenvolvimento sustentável. Entre suas metas estão a elevação do dispêndio nacional em P&D de 1,2% do PIB (dado de 2010) para 1,8%, o aumento da taxa de inovação de 38,6% (dado de 2008) para 48,6% e o aumento do número de empresas que fazem P&D contínuo de 3.425 (dado de 2008) para 5.000.
Nesse contexto, Bahruth explicou que a atuação da Finep engloba o fomento à pesquisa científica e tecnológica com foco em ICT's, a partir de recursos não reembolsáveis, e o fomento ao desenvolvimento tecnológico com foco em empresas, a partir de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis. A convidada informou que as Estratégias Operacionais da Finep para a atuação em 2012 preveem o investimento de 10 bilhões de reais em cinco anos em oito programas estratégicos: Petróleo & Gás, Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC's), Sustentabilidade, Energia, Desenvolvimento Social, Complexo da Saúde, Defesa e Aeroespacial e Descentralização da Finep com foco nas micro e pequenas empresas (MPE's). "O orçamento já foi submetido ao MCTI para aprovação", informou.
(Clarice Cudischevitch para NABC)
Retirado de http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=1785

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Alunos de mestrado e doutorado da região Norte e Centro-Oeste terão bolsas da Capes


Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes   
Terça, 14 de Julho de 2009 18:47
A partir de agosto estudantes de mestrado e doutorado matriculados, e os que ainda vão se matricular em março de 2010, nas regiões Norte e Centro-Oeste, excluindo o Distrito Federal, terão bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
O anúncio foi feito, nesta terça-feira, 14, pelo presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, em Manaus (AM), na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
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Presidente da Capes, Prof. Jorge Guimarães (dir.) e o presidente da SBPC, Prof. Marco Antonio Raupp
As bolsas vão atender aos estudantes que não possuem vínculo empregatício e que também não possuem bolsas tanto da Capes como do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Não serão, ainda, contemplados com essa medida os estudantes com bolsas de fundações de amparo à pesquisa e de empresas.
De acordo com Guimarães, dos 160 mil estudantes de pós-graduação no Brasil, um terço possui vínculo empregatício, um terço possui bolsa e um terço não possui nenhum apoio. No caso desse último grupo é que a Capes vai conceder bolsas, voltadas apenas aos estados da região Norte e do Centro-Oeste, que representam cerca de 5% desse total.
Essa ação busca contribuir para minimizar as diferenças regionais no que diz respeito a cursos de pós-graduação. Dados de 2009, apresentados pelo presidente da Capes, sobre a distribuição regional de cursos de pós-graduação no Brasil apontam que a região Sudeste possui de 50% a 59% dos cursos, enquanto que a região Norte possui de 3% a 5%. "Há realmente uma concentração. Por isso precisamos trabalhar com componentes indissociáveis, que são os discentes, os docentes e a Capes. Essa é a idéia do programa", afirma Guimarães.
Segundo o presidente, o objetivo é fixar nos estados dessas regiões mestres e doutores. "A chance de fixar jovens aqui é pouca. Para ter um projeto de formação de doutores que a região necessita, é necessário formar gente da terra", enfatizou. Guimarães também explicou que as bolsas são tanto para universidades públicas quanto para as privadas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Campanha de Bolsas: Semana de concentração na enxurrada de e-mails (ANPG)


Após o sucesso da “Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste das Bolsas Já!”, a campanha conitnua com novas ações. Com a justa pauta de reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado Capes e CNPq, congeladas há 3 anos, nesta semana (26 a 30) a campanha se concentrará na enxurrada de e-mails para autoridades com a pauta do reajuste. Segue abaixo um modelo de e-mail (fique à vontade para escrever o seu próprio texto) e os endereços de quem queremos pressionar. 
 
Leia também
 
Corte, cole e envie. Contribua com a campanha!
  
Linha de Assunto: Campanha pelo Reajuste de Bolsas Já!
 
Exmo.(a) Sr(a) Nome da autoridade
Cargo 
 
Escrevo para reivindicar o reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado no país, com valor congelado desde 2008. Apoio e faço parte da "Campanha Nacional pelo Reajuste de Bolsas Já!", organizada pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).
 
ASSINATURA
Atividade que exerce e/ou instituição em que faz pesquisa
 
Endereços de e-mail sugeridos:
 
Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff
Presidenta da República
ATENÇÃO! Não é possível enviar e-mail direto. É preciso acessar o formulário disponível neste link e colar lá a sua mensagem. 
 
Exmo. Sr. Aloizio Mercadante
Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
ministro@mct.gov.br
 
Exmo. Sr. Fernando Haddad
Ministro de Estado da Educação (MEC)
gabinetedoministro@mec.gov.br
 
Ilmo. Sr. Glaucius Oliva
Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
presidencia@cnpq.br
 
Ilmo. Sr. Jorge Guimarães
Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
pr@capes.gov.br
 
 
Participe!
 
Baixe materiais da Campanha de Bolsas 2011
Assine e divulgue o abaixo-assinado online pelo #reajustedebolsasja
Siga a ANPG no Twitter (@anpg) e no Facebook (Associação Nacional de Pós-Graduandos)
Repercuta as ações da campanha e dissemine informações sobre o reajuste. Utilize sempre a hashtag #reajustedebolsasja
Envolva todos os seus contatos na campanha
 
ANPG
http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1011&tipo=1
 

ANPG e APG UFSCar realizam seminário sobre meio-ambiente neste fim-de-semana (ANPG)


A ANPG e a APG da UFSCar realizarão o 1º Seminário de Meio Ambiente da ANPG, que ocorre neste fim-de-semana (22 e 23 de outubro), na Universidade Federal de São Carlos, Campus São Carlos. 



 

O objetivo do seminário é debater o papel da Ciência, representada pelos acadêmicos, no debate ambiental, assim como discutir a política ambiental brasileira.
O seminário foi programado para coincidir com os primeiros dias do Simpósio Internacional de Ecologia, na UFSCar, em comemoração aos 35 anos de pós-graduação em Ecologia. O I Simpósio Internacional de Ecologia é realizado pelos primeiros programas de pós-graduação da área  (Ufscar, UnB, UNICAMP e INPA) na semana de 23 a 26 de outubro na Ufscar , e que contará com a participação de pós-graduandos de diversos estados brasileiros da área de ecologia.
O seminário foi proposto pela APG-UFSCar durante o 38º CONAP (Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos), com o objetivo de iniciar a discussão entre os pós-graduandos, APGs e a diretoria da ANPG, sobre questões ambientais e política ambiental brasileira, como por exemplo a atual proposta de mudança do Código Florestal Brasileiro, PL 30/11, aprovado na Câmara dos Deputados e atualmente em tramitação no Senado.
Venha contribuir com essa discussão e se informar mais sobre os temas! Sua participação, pós-graduando, é muito importante!
Para se inscrever, por favor, confirme sua participação através do e-mail da APG UFSCar: apg.ufscar@gmail.com. A entrada é franca!
Programação:

SÁBADO, 22 de Outubro
A partir das 17:30: Atividade Cultural de Abertura
LOCAL: Area de Convivência Sul – Palquinho DCE-UFSCAR

DOMINGO, 23 de Outubro
Mesas:
08:30 a 10:45:  O Papel da pós-graduação nas Questões Ambientais
Debatedores: Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues
                          Thomas de Toledo - mestre em desenvolvimento econômico pela Unicamp
Mediadores: Prof. Bernardo Arantes do Nascimento Teixeira (pró-reitor), ANPG e APG-UFSCar
11:15 a 13:30: Política Ambiental Brasileira
Debatedores: Mayra Jankowsky -Diretora Municipal de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente de Cananéia e Vale do Ribeira
                         
14:30 a 15:30: Grupos de Discussão (GDs)

15:00 a 17:30: Mesa redonda (SIMPÓSIO) – Os 35 anos de trajetória dos programas de pós-graduação em Ecologia
Palestrantes:
Coordenadores dos programas de pós-graduação em Ecologia do INPA, da Unicamp, da UnB e da UFSCar.
17:30: Encerramento do Seminário
19:30-23:00: Coquetel de abertura – 35 anos da Pós-graduação em Ecologia

Da redação, com APG UFSCar
http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1018&tipo=1

Biomedicine in Brazil (NATURE)


cover image


http://www.nature.com/nm/journal/v17/n10/index.html#ed


Brazil may best be known for Carnival celebrations, golden-sand beaches and soccer players who go by one name—but research into disease theraputics is now also starting to put the country on the scientific map. The number of biomedical publications with at least one Brazil-based author nearly tripled over the past decade, from around 4,500 papers in 2000 to close to 13,000 last year, according to data compiled for Nature Medicine by the University of São Paulo's André Frazão Helene. And even though the country churns out only a little over 2% of the world's biomedical output at present, that small number belies a larger trend toward innovative drug development and translational science. In the pages that follow, we highlight some of the strengths of Brazilian biomedicine and many of the challenges that lie ahead.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

SBPC e ABC tentam sensibilizar parlamentares para incluir educação e C,T&I no bolo do pré-sal (site SBPC)

http://www.sbpcnet.org.br/site/home/home.php?id=1568





30/9/2011 - Na partilha dos recursos dos royalties do pré-sal, o Brasil tem apenas dois caminhos. Pode simplesmente achar a melhor equação para dividir esses recursos entre união e estados, e correr o risco de pulverizar o dinheiro, ou tomar uma decisão estratégica definindo desde já um percentual para ser obrigatoriamente investido em educação, ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) – algo que possibilitaria ao País dar um salto rumo à era da economia do conhecimento.

Esse foi, em linhas gerais, o consenso das discussões do ato público que a SBPC e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) promoveram ontem na Câmara dos Deputados, em Brasília, com o objetivo de sensibilizar os parlamentares para a importância de se gastar estrategicamente os recursos do pré-sal.

O evento, que traiu mais de cem pessoas para o plenário, contou com a participação de diversos parlamentares, como os deputados Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara, e Newton Lima Neto (PT-SP), e os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O ato teve apoio de diversas entidades ligadas às áreas de educação e C,T&I – da União Nacional dos Estudantes (UNE) à Confederação Nacional da Indústria (CNI) – esta última representada por Rafael Lucchesi.

Na sua abertura, a presidente da SBPC, Helena Nader, ressaltou que a riqueza do petróleo é da nação e como tal deve ser gasta naquilo que é mais importante para o povo brasileiro: educação – “que é a base da ciência, tecnologia e inovação”. “Tenho certeza que, se fosse possível fazer um plebiscito, o povo responderia isso; portanto, é o que se espera dos parlamentares desta casa”, ressaltou.

O presidente da ABC, Jacob Palis, citou o exemplo da Coreia do Sul, país que na década de 1970 era mais atrasado que o Brasil e hoje, após investir maciçamente em educação e C,T&I, ultrapassou até países desenvolvidos. “O mau uso desses recursos não nos levará a lugar nenhum”, advertiu.

O ministro da Ciência, tecnologia e Inovação (MCTI) Aloizio Mercadante fez um apontamento importante na defesa de mais verbas para sua área e para a educação. Na década de 70, Noruega e Venezuela descobriram importantes reservas de petróleo. A Noruega optou por constituir um fundo soberano, de forma que esses recursos fossem geridos de forma a alavancar a economia do país. Já a Venezuela, a exemplo de outros países do oriente médio, simplesmente usufruiu da riqueza do petróleo. “Hoje, a Noruega é o 11º país com melhor IDH do mundo; enquanto a Venezuela está na 56ª posição desse mesmo ranking”, afirmou.

Mercadante disse ser favorável a uma distribuição justa dos recursos entre os estados, mas ressaltou que “se trata de uma discussão republicana e suprapartidária, na qual o que está em jogo é o futuro do País”. Na opinião dele, os recursos do pré-sal devem ser gastos prioritariamente para preparar o Brasil para o pós-petróleo. “Devemos investir em setores portadores de futuro, como energias limpas, indústria de alta tecnologia e biotecnologia”, exemplificou. E para conseguir isso, só investindo pesado em educação e C,T&I.

A reboque do ministro, o senador Aloysio Nunes (PSDB/SP) defendeu a aprovação do projeto de lei 594/2011, de sua autoria, que criaria um fundo soberano para gerir os recursos do pré-sal. Pelo projeto, 80% dos dividendos do fundo seriam destinados à educação básica. Dirigindo-se ao líder do PT na Câmara, o senador ressaltou o quanto seria importante o apoio da presidenta Dilma Rousseff nessa direção.

Em resposta, o deputado Paulo Teixeira, disse que o governo federal, na partilha dos recursos, espera conseguir preservar a parte da união e do fundo social, fazer uma distribuição justa entre os estados – sem lesar o Rio de Janeiro – e promover a transição para a economia do conhecimento por meio de um “investimento pesado em educação, pesquisa e inovação”.

O deputado federal Sibá Machado (PT-AC) ponderou que as entidades ali reunidas – a maioria a favor da causa da SBPC e ABC – definissem uma estratégia para conseguir incluir as áreas de educação, C,T&I na partilha dos recursos. “Já temos uma consenso, agora é preciso definir estratégias.”

Em meios às discussões, o maior temor de alguns parlamentares e do ministro Mercadante é que o veto do ex-presidente Lula seja derrubado. Nesse caso, os estados não produtores teriam um divisão igual dos recursos, a união acabaria tendo que compensar a perda de receita dos estados e municípios produtores tanto nos Contratos de Partilha como nos Contratos de Concessão, o que acarretaria inevitavelmente em mais cortes. O único alento é que, segundo o ministro, a presidenta Dilma Rousseff se comprometeu a manter a verba do MCTI aconteça o que acontecer.

USP volta a aparecer entre as 200 melhores do mundo ( USP Notícias )

Clique aqui para acessar matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, em 06/10/11, sobre o ranking do The Times Higher Education.