------------------------- Associação de Pós-graduandos da Universidade de São Paulo do campus de Ribeirão Preto ----------------------------------------- --------------------------------- Rua Pedreira de Freitas,edícula - casa 7, Campus Ribeirão Preto --------------------------------------------------------------------------- apgribeirao@yahoo.com.br - atendimento.apgusprp@gmail.com --- tel.16-3315-3505 --------------------------
NOVO DIA DAS REUNIÕES
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Reuniões APG-USP-RP - Segunda-Feira - 13:00 as 14:00 h
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Devido a "Discussão Direitos dos Pós-graduandos e Cortes de Bolsa CAPES - 13/04/2015 - 13 às 14h" não haverá reunião ordinária semanal da APG-USP-RP.
A discussão será no Auditório da Pós-Graduação da FMRP (atrás da SPG-FMRP,
A discussão será no Auditório da Pós-Graduação da FMRP (atrás da SPG-FMRP,
R. Pedreira de Freitas- casa 02, fundos)
Campus da Usp
Ribeirão Preto - SP
-21.164911, -47.851910
quarta-feira, 4 de março de 2015
Apresentação APG-USP-RP - 2015
Um pouco de História, opiniões, fatos e reflexões sobre a Pós-graduação a APG-USP-RP e os pós-graduandos. (clique aqui)
OBS.: Não esqueça de estudar a bibliografia sugerida...
OBS.: Não esqueça de estudar a bibliografia sugerida...
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
BOLETIM ANPG - CRISE USP
Segunda-feira, 30 de junho de 2014 - 25ª Edição
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Debate na USP
discute crise orçamentária da universidade
Comunidade
uspiana realiza ato em frente à Assembleia Legislativa, na terça-feira (1º),
quando ocorre a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), para
pressionar por mais verbas
Após quase um mês de greve, deflagrada no dia 27 de maio, depois da notícia
do Conselho de Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp) de que não haveria
reajuste salarial este ano, a comunidade uspiana decidiu realizar um debate na
tarde de ontem (26) para discutir a situação orçamentária da USP e pensar
soluções para a crise que se instalou na Universidade.
Presidente
Dilma anuncia mais 100 mil bolsas para o Ciência sem Fronteiras
Lançado em 2011, o programa tinha meta a concessão de 101 mil bolsas –
75 mil bancadas pelo setor público e 26 mil pro empresas privadas
Em nova etapa, o Programa Ciência sem Fronteiras deve oferecer mais 100
mil bolsas em instituições de ensino estrangeiras, de 2015 a 2018, de acordo
com anúncio, nesta quarta-feira (25), da presidenta Dilma Rousseff. Esteve
presente durante o pronunciamento, a presidenta da ANPG, Tamara
Naiz.
Presidente Dilma sanciona Plano Nacional da Educação sem vetos
A presidente Dilma Rousseff sancionou o PNE (Plano Nacional de
Educação) na noite de ontem (25), segundo informações da assessoria de
imprensa da Presidência da República. Ainda de acordo com a assessoria, a
presidente não fez nenhum veto ao plano.
USP, UNESP e UNICAMP realizam ato unificando na Praça da Sé
A USP, UNESP e UNICAMP realizaram,
na quarta-feira (18), na praça da Sé, em São Paulo, ato unificado dos três
setores das três universidades (professores, funcionários e estudantes). No
ato, que contou com aula pública com o tema “Direito à Educação e à Saúde”,
estavam presentes o sociólogo Ricardo Antunes, professor da UNICAMP, e
dirigentes dos sindicatos dos técnico-administrativos e dos docentes das três
instituições, além dos DCEs (Diretórios Central dos Estudantes) da USP e
UNICAMP.
ANPG na luta pelo Fies para a pós-graduação
O governo federal vai anunciar no segundo semestre deste ano a
abertura de crédito educativo para 25 mil alunos de mestrado e doutorado em
faculdades particulares. O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) da
pós-graduação, projeto que ganhou força nos debates internos do Ministério da
Educação (MEC), dos quais a ANPGparticipou ativamente nos últimos
anos, é uma das apostas para ampliar o acesso, como ocorreu na graduação.
Artigo :: Produção de Conhecimento: Renúncias e Filiações
Por Hercília Melo do Nascimento
O desenvolvimento tecnológico, artístico e cultural como prerrogativas
importantes para a soberania de um país e emancipação humana, confere a necessidade
de reconhecer o protagonismo dos pesquisadores e de exigir responsabilidades
do Estado frente à ciência. A carta aberta à Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (Capes) em defesa da liberdade acadêmica e das
ciências humanas e sociais mobiliza reflexões acerca do processo de formação
do pesquisador, inclusive na pós-graduação e constituição de sujeitos no
processo de construção do conhecimento.
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Notícias, relatos das
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
A ciência brasileira não é feita por cientistas, afirma professora da UFRJ
A ciência brasileira não é feita por cientistas, afirma professora da UFRJ
C&T Educação - BR
ESCRITO POR CAMILA COTTA
Para Suzana Herculano-Houzel, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Nos últimos anos, o Brasil vem acumulando bons resultados em rankings de produção científica. No último levantamento feito pela consultoria Thomson Reuter, entre 2007 e 2011, o País correspondeu a 2,6% da produção científica global. No entanto, esses artigos, que ultrapassam a barreira das 25 mil publicações por ano, não são feitos por cientista e sim por professores.
A avaliação foi feita pela neurocientista e professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Suzana Herculano-Houzel. Para ela, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil.
“Não posso dizer que neurocientista é minha profissão, porque a minha profissão de cientista não existe no Brasil. Não está na tabela das profissões regulamentadas pelo Ministério do Trabalho (MTE). Para poder atuar como cientista, eu atuo como professora de nível superior, eu literalmente faço ciência nas horas vagas”, expôs.
A professora explicou que a maior parte da ciência no Brasil por professores universitários ou por pessoas que não tem emprego nenhum, jovens cientistas chamados estudantes de pós-graduação. “A produção científica cresce ao longo dos anos por causa do número de mestres e doutores que são formados no Brasil. São esses jovens que produzem o conhecimento cientifico”, disse.
Para ela, o trabalho que os jovens exercem não é chamado de trabalho e sim estudo. “É como se eles investissem na educação deles. Outros países já não cometem mais esse erro. O erro é não reconhecer esse trabalho como qualquer outro”, lamentou. “É um esforço laboral que gera um produto científico. Por que o jovem cientista recém graduado precisa passar pela humilhação de continuar sendo estudante?”.
Baixa remuneração
Suzana Herculano-Houzel contou que durante uma graduação o jovem já faz ciência como aprendiz, ou seja, um estagiário durante a iniciação cientifica, ganhando uma bolsa que tem o valor menor que o salário mínimo muitas vezes. Para trabalhar com ciência, quando ele se forma tem que entrar para pós-graduação. “Isso significa se sujeitar a uma bolsa de mestrado de R$ 1,5 mil reais mensais fixos pelos próximos dois anos sem qualquer direito trabalhista ou qualquer outro trabalho para complementar a renda”, observou .
A professora criticou ainda a obrigatoriedade em assinar uma declaração de que não vínculo empregatício do pesquisador com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e/ou com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). “É preciso passar por mais uma humilhação: o atestado de pobreza. Enquanto isso seus colegas recém formados em engenharia e direito, por exemplo, já têm trabalho de verdade, ganhando de verdade”.
Para o jovem continuar trabalhando como cientista, ele precisa ingressar num programa de doutorado. “É a única atividade de emprego se ele quiser atuar como cientista. A bolsa também tem valor mensal de R$ 2,2 mil, sem nenhum vínculo empregatício e benefícios trabalhistas”, comentou.
Sugestões
De acordo com Suzana, é possível fazer contratações por fundações e institutos de ciências ligados as universidades, que poderiam receber dos governos os valores que hoje são pagos como bolsa, com contrato de trabalho e todos os direitos empregatícios. “Com a obrigatoriedade de contratação virá a possibilidade de salários com valores competitivos”, decsreveu.
Para ela, dessa forma, a ciência caminha e a sociedade cresce. “É fundamental para a soberania de uma população que ela valorize a produção de conhecimento cientifico. Isso começa por valorizar seus cientista. Fazer ciência no Brasil hoje, infelizmente, é uma péssima decisão profissional com pouquíssimas perspectivas”, finalizou.
link original: http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4363:a-ciencia-brasileira-nao-e-feita-por-cientistas-afirma-professora-da-ufrj
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