No dia 14 de julho, em meio as atividades da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, foi inciada as atividades de comemoração dos 25 anos de luta pela ciência, educação e pelo Brasil da ANPG.
Neste ato a APG-USP-RP esteve presente para prestigiar esta luta e congregar em torno desta construção coletiva.
O sucesso de qualquer entidade nacional reflete a união das entidades afins, localmente instituídas e ativas, que organizam-se para somar suas forças. Com esta construção que desejamos muito sucesso para a ANPG, em mais muitos anos ao lado das APGs e Pós-graduandos do país.
O ato, conduzido pela presidente da atual gestão, contou com a presença de várias entidades e com a homenagem aos antigos diretores da entidade, que também pontuou algumas construções históricas da ANPG (foto). Após ato formal tivemos uma calorosa confraternização entre histórias, conversas e uma boa comida.
------------------------- Associação de Pós-graduandos da Universidade de São Paulo do campus de Ribeirão Preto ----------------------------------------- --------------------------------- Rua Pedreira de Freitas,edícula - casa 7, Campus Ribeirão Preto --------------------------------------------------------------------------- apgribeirao@yahoo.com.br - atendimento.apgusprp@gmail.com --- tel.16-3315-3505 --------------------------
NOVO DIA DAS REUNIÕES
~
Reuniões APG-USP-RP - Segunda-Feira - 13:00 as 14:00 h
terça-feira, 19 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Solicitação de informações sobre o corte de Bolsas CAPES devido ao ofício Ofício Circular nº32/2011 (anulado em 17/maio/2011)
Caros Pós-graduandos,
Em todo o Brasil a reinterpretação da portaria conjunta 01/2010 CAPES/CNPQ, pelo ofício 32/2011, gerou o corte arbitrário de inúmeras bolsas de pesquisa. Não sendo necessário explicar o prejuízo causado junto aos construtores diários da pesquisa no Brasil.
Como Pós-graduandos do campus de Ribeirão Preto da USP e como APG-USP-RP já havíamos colocado através de carta aberta, discutida em assembléia, a necessidade de docentes, gestores e pós-graduandos discutirem coletivamente sobre tal portaria para que está se torne realmente uma avanço qualitativo aos programas e não a sua descaracterização e desconstrução. Mas infelizmente isto não aconteceu, e ao contrário, a falta de critério trouxe um posicionamento, através do ofício citado, que gerou o corte precipitado de muitas bolsas.
Deixamos claro que este ofício/corte foi cancelado em 15 dias, isto é, após uma reunião da ANPG (Associação Nacional de Pós-graduandos) com o presidente da CAPES, em que foi levada o baixo assinado contra a medida e os inúmeros casos recebidos pela ANPG, o Prof. Jorge Guimarães anulou tal ofício.
Tal decisão de tornar sem efeito o ofício e mantém interpretação anterior que cada programa considerou na sua seleção prévia, isto é, para aqueles que possuíam vínculo empregatício quando foram aprovados no processo seletivo de bolsa de seus programas, cumprindo assim o entendimento vigente do programa em relação a Portaria 01/2010 da CAPES-CNPQ, tem o direito de receber a bolsa na sua integralidade.
Deixando claro que não quer dizer que para as próximas seleções, dependendo das interpretações dos programas, isto venha a ser permitido ou impedido, ficando aberto a decisão colegiada dos programas, se entendendo as particularidades de cada área.
Como colocado na última reunião do Conselho de Pós-graduação da USP (CoPGr), a APG-USP-RP, assim como a ANPG e outras APGs pelo Brasil, entendem que as pessoas que tiveram suas bolsas cortadas devido a tal medida devam, portanto, ter seus recebimentos reativados, sendo reativada a sua bolsa ou caso esta tenha sido encaminhada a outro estudante que este seja recolocado como próximo na ordem de recebimento de bolsa, na medida em que foram selecionados e aprovados para tal recebimento, em todos os critérios estabelecidos no momento da seleção, já que NENHUMA MEDIDA OFICIAL CONTRÁRIA A ISTO FOI MANTIDA, COM O CANCELAMENTO DO OFÍCIO 32/2011.
Entendemos que na USP, tanto pelas informações dos estudantes quanto pelas falas no último CoPGr tal reativação das bolsas não está sendo respeitada e que não há nenhum critério que sustente tal medida legalmente, portanto SOLICITAMOS INFORMAÇÃO AOS PÓS-GRADUANDOS QUE TIVERAM SUAS BOLSAS CORTADAS DEVIDO AO OFÍCIO 32/2011 QUE ENTREM EM CONTATO ATRAVÉS DO E-MAIL DA APG-USP-RP PARA QUE POSSAMOS TER CONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS QUE ESTÃO SENDO TOMADOS, e para que possamos diagnosticar com maior clareza e tomarmos as medidas adequadas.
Para que preconceitos ou mal entendidos não sejam assumidos como um política de exclusão de pessoas que venham engrandecer tanto a pesquisa mais próxima à realidade profissional da área, ou que impossibilitem a qualificação teórico/prática de inúmeros profissionais e conseqüente aprimoramento da própria sociedade em que vivemos, deixamos claro, novamente, que PARA AS PRÓXIMAS SELEÇÕES, ALGUMAS JÁ OCORRIDAS, OS CRITÉRIOS, E DENTRE ELES A ANÁLISE DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO PRÉVIO, DEVEM SER RE-DISCUTIDOS, COLETIVAMENTE, PELOS DOCENTES E PÓS-GRADUANDOS DE CADA PROGRAMA, TOMANDO UM POSICIONAMENTO CLARO E JUSTIFICADO PARA CADA CRITÉRIO.
Solicitamos a todos que leiam os textos referente aos temas, muitos no Blog da APG-USP-RP (apg-usp-rp.blogspot.com), e mandem sua opiniões e casos para: apgribeirao@yahoo.com.br
Obrigados a todos pela atenção dispensada,
e agradecimento especial as secretarias e funcionários da SPGs/CCPs das unidades.
Claudimar Amaro
APG-USP-RP
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Debate sobre Portaria Conjunta n1 (notícia ANPG)
| 01/07/2011 Capes se reúne com pró-reitores e fala em comissão para debater a Portaria Conjunta nº 1 |
| Pró-reitores discutiram assuntos como passagens e diárias para universidades federais e o acúmulo de bolsas com vínculo empregatício. O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, se reuniu nesta quarta-feira (29), com o diretório do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop). O encontro aconteceu em Brasília e contou com a presença do diretor de Programas e Bolsas no País, Emídio Cantídio de Oliveira, do diretor de Avaliação, Lívio Amaral, e do chefe de Gabinete, Geraldo Nunes. Além do atendimento individual feito pelos representantes da Capes, os componentes do diretório puderam discutir assuntos como o limite de passagens e diárias para as universidades federais; a possibilidade de formação de uma comissão de análise e avaliação da situação atual da Portaria Conjunta Capes-CNPq n° 01/2010, que trata sobre o acúmulo de bolsa com vínculo empregatício; e a representação do fórum na missão de trabalho da Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Capes aos EUA. Na ocasião, Guimarães ressaltou a importância da atuação do Foprop especialmente em dois aspectos: no trabalho conjunto entre a Capes e as instituições, no intuito de acelerar e desburocratizar o reconhecimento de diplomas, e na implementação de ações por parte das universidades, que visem à diminuição das discrepâncias entre a produção científica das regiões Sul e Sudeste em relação às Norte e Centro-Oeste. Segundo a presidente do Foprop e pró-reitora de pós-graduação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Marilza Vieira Cunha Rudge, um dos objetivos do encontro foi agradecer à Capes o modo transparente como vem trabalhando com as universidades. Para ela, a reunião teve um balanço totalmente positivo. "A visita foi muito produtiva. Especialmente porque apresentamos sugestões e também recebemos demandas por parte da Capes", explicou. A ANPG está acompanhando as movimentações junto às agências e já reivindicou participação no debate sobre as novas regras a serem divulgadas a respeito da Portaria Conjunta. (Ascom da Capes) Retirado do site: http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=929&tipo=1 |
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Matéria Jornal - ESTADO DE SÃO PAULO - USP festeja 100 mil títulos de mestrado e doutorado - Renúncia pessoal e profissional marca período
USP festeja 100 mil títulos de mestrado e doutorado
Maior universidade da América Latina trabalha agora para melhorar qualidade dos programas
19 de junho de 2011 | 0h 00
Mariana Mandelli e Alexandre Gonçalves - O Estado de S.Paulo
No ano em que completa 77 anos, a Universidade de São Paulo (USP), maior instituição de ensino superior da América Latina, comemora o total de 100 mil títulos de pós-graduação, entre mestrados e doutorados. Com o feito, agora a universidade se volta para a necessidade de discutir novos critérios para aprimorar a qualidade dos programas.
Filipe Araujo/AE
Sala 3D. Alunos da Poli no laboratório de Engenharia Naval
Veja também:
Professores pioneiros dão valor à titulação
Quantidade não se traduz em qualidade
Renúncia pessoal e profissional marca período
O número de 100 mil títulos se refere apenas aos trabalhos registrados após 1969, quando surgiram os padrões para a pós-graduação do País. Ficam de fora dessa contagem, portanto, inúmeras personalidades que obtiveram o reconhecimento acadêmico antes daquele ano, mas ajudaram a compor os cenários político, intelectual e científico do País, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os literatos Antonio Candido e Alfredo Bosi, o economista Antonio Delfim Netto, o jurista Miguel Reale Júnior, o geneticista Crodowaldo Pavan e o cardiologista Adib Jatene, entre outros.
A universidade - que hoje abriga 56 mil estudantes de graduação e 22 mil de pós-graduação - vai realizar um grande evento em outubro, quando o marco simbólico dos 100 mil títulos será atingido. Do total, 53% são mestrados e 47%, doutorados. A unidade que mais produziu títulos - 9,5% - foi a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.
"Os números, embora importantes, devem ser acompanhados por qualidade contínua e crescente", afirma o reitor da USP, João Grandino Rodas. Segundo ele, "a tendência é exigir mais dos alunos, visando à formação ampla dos titulados".
Reflexão. O pró-reitor de pós-graduação Vahan Agopyan afirma que o momento é de reflexão. "Estamos com um modelo antigo, da década de 1960", destaca. "Precisamos nos questionar: queremos formar doutores só para alimentar a universidade ou para termos recursos de alto nível para o desenvolvimento do País?"
Até agora, nenhum pesquisador titulado pela USP faturou um Prêmio Nobel. Contudo, alguns já receberam homenagens equivalentes em áreas que não são contempladas pela academia sueca. O físico José Goldemberg, por exemplo, recebeu em 2008 o Blue Planet, principal homenagem aos benfeitores do meio ambiente. Dois anos antes, Paulo Mendes da Rocha recebeu o Pritzker, prêmio mais importante da arquitetura mundial. E o reitor João Grandino Rodas recorda que o principal candidato brasileiro a um Nobel é o neurocientista Miguel Nicolelis - um "uspiano" que não economiza críticas à própria USP.
Para os titulados, o marco de 100 mil trabalhos de pós-graduação guarda histórias e sentimentos de gratidão à universidade. "Tenho 30 anos de USP", conta o ministro da Educação, Fernando Haddad, que fez a graduação, o mestrado e o doutorado na área de Direito. "Eu me sinto, mais do que tudo, um uspiano. Entrei com 18 anos e nunca mais saí da USP - e ela também não saiu mais de mim."
A vida do geógrafo Aziz Ab"Saber também sempre orbitou ao redor da USP. Lá ele descobriu sua paixão pela geografia e se tornou uma referência, dentro e fora do Brasil, quando o assunto é impacto ambiental da ação humana. Recorda sorrindo que, em 1946, foi contratado como jardineiro pela universidade. A ideia foi de um professor. "Era um jeito de eu manter um pé na USP", afirma.
O casal Victor e Ruth Nussenzweig, responsáveis pelas principais descobertas que poderão levar a uma vacina contra a malária, iniciaram suas carreiras na Faculdade de Medicina da USP. Lá, fizeram o doutorado. Victor recorda a grande liberdade de que gozavam para pesquisar em uma faculdade ainda em criação. "Não tive um orientador de doutorado", recorda. "Naquela época, a tese dependia muito mais do aluno."
Renúncia pessoal e profissional marca período
Para conquistar o título de mestre ou doutor, pós-graduandos vivem com orçamento apertado e focam nos estudos
19 de junho de 2011 | 0h 00
Mariana Mandelli e Alexandre Gonçalves - O Estado de S.Paulo
Orçamento apertado, pouco tempo para o lazer e muitas horas de estudo. Para consolidar o desejo de ter um título pela USP, os estudantes de pós-graduação, bolsistas ou não, acabam fazendo uma série de renúncias na vida pessoal e profissional. No caso daqueles que recebem bolsa, o trabalho fica ainda mais comprometido, pois algumas agências de fomento exigem que eles não tenham outra fonte de renda.
Ernesto Rodrigues/AE
Vantagens. Vindo de Vitória (ES), o mestrando em Filosofia João Alex Carneiro elogia a vida na USP, apesar dos problemas: 'Estrutura é boa, com bibliotecas e vida cultural'
A situação foi diagnosticada pela revista Science, que publicou, no fim do ano passado, um raio X da pesquisa no País. Um dos títulos da reportagem define os estudantes de doutorado como "talentosos, mas subfinanciados". O texto descreve a rotina de um pós-graduando em bioquímica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com rendimentos que não ultrapassam R$ 2 mil, ele enfrentava a aventura de se sustentar e ajudar a família. Ninguém ganhava mais do que ele em sua casa.
Veja também:
As dificuldades também perpassam a vida dos alunos da USP. Rutinéia Micheletto, de 32 anos, doutoranda no departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, precisa da ajuda do pai para se sustentar. Há um mês, ela conseguiu uma bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de cerca de R$ 1,8 mil. Mesmo assim, ainda não é suficiente para as despesas. "Isso desestimula muita gente, principalmente profissionais que podem ter uma renda melhor. Eles não vão se submeter a pressões e prazos de uma pós", afirma. "Só termina um doutorado quem realmente ama a vida acadêmica."
O mestrando em Filosofia João Alex Carneiro, de 28 anos, concorda com Rutinéia. "Não dá para ter uma vida muito dispendiosa." Ele veio de Vitória (ES) para se titular pela USP. "Mesmo tendo alguns problemas, a USP oferece uma estrutura muito boa, com bibliotecas e vida cultural."
Para o professor titular da Faculdade de Direito da USP e ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso, Miguel Reale Júnior, o grande obstáculo dos alunos é conciliar atividade profissional com estudo. "A maioria trabalha. Eles se desdobram para atender as exigências da vida prática e da pesquisa."
Empregabilidade. O mestrando João Alex Carneiro diz que alguns setores públicos não valorizam a pós-graduação. "Isso desestimula o pesquisador a atuar em outras áreas além da acadêmica mesmo", opina.
Kazuo Nishimoto, do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da USP, destaca outro obstáculo. "O Brasil ainda não tem empresas nas quais se possa absorver de forma eficiente esses titulados", afirma. "Isso começa a mudar, porque a indústria está se preparando, requisitando mestrandos e doutorandos. Mas a transformação é tímida."
GERAÇÃO PÓS-1969
Mayana Zatz. Em 1974, defendeu uma tese de doutorado em Ciência Biológicas em que estudou distrofias musculares hereditárias.
Miguel Nicolelis. Em 1989, defendeu sua tese de doutorado na Faculdade de Medicina. O trabalho recorria à computação para analisar propriedades de redes neurais.
Fernando Novais. Seu doutorado, Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808), de 1973, inovou a análise da dinâmica entre metrópole-colônia.
Anamaria Aranha Camargo. Em 1997, defendeu o doutorado pelo Instituto de Ciências Biomédicas e pela Universidade de Wurzburg, na Alemanha. Teve papel decisivo no Projeto Genoma.
Eros Grau. O ministro aposentado do STF obteve o doutorado em 1972 com a teseAspectos Jurídicos do Planejamento Metropolitano.
ANPG publica edital de convocação do seu 38º CONAP (retirado do site da ANPG)
| 16/06/2011 ANPG publica edital de convocação do seu 38º CONAP | |
38º Conselho Nacional de APGs (CONAP) da ANPG
| Notícia Retirada do Site da ANPG 09/05/2011 Pernambuco sediará o 38º CONAP da ANPG | ||||
|
Assinar:
Postagens (Atom)
